A culinária tipicamente pernambucana foi criada nas aldeias dos índios, nas casas-grandes e senzalas dos engenhos, nas cozinhas dos mosteiros, nos terreiros de xangô e na beira da praia.
Diante de um contexto de diversidades físicas e culturais, o Brasil se transformou em um caldo étnico composto por vários cultos, religiões, ritos, superstições, crenças, deuses, santos, forças sobrenaturais.
As cuias artesanais, feitas a partir do fruto da árvore Crescentia Cujete, ou cuieira, são típicas da região de Santarém, no Pará, notadamente das comunidades das várzeas do rio Amazonas. Utilizadas para diversas finalidades – como taças, fruteiras, copos, potes, baixelas e também para decoração.
Cada povo possui um tipo de culinária, um modo peculiar de preparar seus alimentos. Do ponto de vista da cultura folclórica percebe-se que, através de diferentes formas, misturas, temperaturas, odores e cores, os povos vão transformando os alimentos em uma atração.
A partir da chegada dos navios portugueses no Brasil em 1500, a dieta dos índios brasileiros começou a ser influenciada pelos costumes portugueses e, posteriormente pelos africanos.